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Banco Mundial investe em gestão de seca no Estado de São Paulo
24/08/2017 - Categoria: Eventos
Fotos: CRHi
Uma equipe do Banco Mundial (BIRD) apresentou em 21 de agosto o ‘Relatório de Análise da vulnerabilidade às Secas no Estado de São Paulo’ aos membros do governo paulista, a integrantes do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo (SIGRH) e a especialistas na gestão das águas, em reunião na Capital paulista. O encontro foi conduzido pelo Especialista Sênior em Água e Saneamento do Banco, Marcos Thadeu Abicalil, e pelo professor Francisco de Assis de Souza Filho, da Universidade Federal do Ceará (UFC), responsável pelo estudo.
A reunião teve a abertura da Secretária Adjunta Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Monica Porto, e a participação dos Secretários Adjuntos Estaduais de Agricultura e Abastecimento e de Energia e Mineração, Rubens Rizek Júnior e Ricardo Toledo Silva, respectivamente, e do Coordenador Estadual de Recursos Hídricos, Rui Brasil Assis, além de outros representantes do governo estadual, da Sociedade Civil, de Agências de Bacias e de universidades.
O objetivo do documento é trazer para o Estado algumas diretrizes para gestão em épocas de secas nas 22 Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos (UGRHIs). O investimento do Banco Mundial é de US$ 70 mil (aproximadamente R$ 220,92 mil) para a produção do Plano, exclusivamente realizado para o Estado de São Paulo, mas que poderá servir de modelo para outras unidades federativas do Brasil.
Segundo Monica Porto, é a oportunidade de ter um estudo mais amplo para o Estado com relação à vulnerabilidade dos recursos hídricos à seca. “Podemos ter informações muito interessantes como mapeamento que distingue as diversas regiões do Estado, conforme a hidrologia e o uso das águas, portanto, com vulnerabilidades diferentes. Ainda temos a oportunidade de desenvolver sistemas de gestões mais amplos que incorporem o fenômeno da seca”, explicou.
Para Thadeu, segurança hídrica é um tema de crescente relevância para o Brasil, principalmente porque o País é muito vulnerável em mudança climática e tem um impacto muito grande na disponibilidade de água e na segurança hídrica, lembrando que São Paulo passou por período de escassez hídrica entre 2013 e 2015. “Nós, do Banco Mundial e do Estado, entendemos a importância do Estado aprender com a crise e com as ações que tomou, e se preparar para o futuro. Este trabalho visa dotar o Estado com um conjunto de diretrizes tecnicamente robustas e politicamente viáveis para que orientem ações do Estado no futuro em distintas situações de secas”, justificou o especialista.
Francisco de Assis ressaltou a inovação do plano porque será a primeira vez em escala estadual. “É um documento muito relevante e inovador. O que está sendo proposto é uma estratégia geral de gestão de secas que vai incorporar medidas a serem tomadas nos períodos normal e seco. Diferentes documentos de planejamento vão definir qual é a quantidade de água disponível em um determinado lugar. Tem todo um conjunto de planos que vai instrumentalizar melhor a gestão de secas e, com isso reduzir o impacto da seca e sua severidade para as populações e para usos econômicos”, disse.
O próximo encontro será em 1º de setembro, quando a equipe do BIRD vai incrementar (ou não) sugestões dos entes participantes da reunião. O relatório deve ser concluído até o fim de setembro.
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